Detonações, calor, escuridão: a rotina de operários do metrô

O Fantástico desceu até a linha 4 do metrô do Rio de Janeiro – que vai ligar a Barra da Tijuca à Zona Sul – para mostrar como é o dia a dia de operários e o mundo subterrâneo.

Os operários que trabalham na obra chegam a morar por 40 dias no alojamento próximo ao local. Longe de casa, eles contam que o mais difícil é ficar sem a família. “Fica um sentimento de tristeza. Nós estamos encarando porque temos uma família em casa para cuidar. Para mim, a coisa mais difícil mesmo é a distância”, diz o operador de jumbo Flávio da Silva Victo.

Por conta dos riscos que a obra oferece, Flávio procura estar sempre preparado. “Quando eu saio de casa eu já, não falando que não vou voltar, mas dou um beijo nas minhas filhas, na esposa, porque pode ser o último. Aqui dentro tudo é imprevisível”, explica o operário.

Por conta do calor, muitos passaram mal no início das obras. “Fazia 15 dias que eu estava aqui. Aí eu desmaiei, mas depois acostumei”.

Pode ser ironia do destino, mas, para muitos deles, o maior desafio é estar todos os dias na estação. Por morarem longe, chegam a pegar até três conduções para chegar ao trabalho.

Clique no link abaixo e assista a reportagem:

http://g1.globo.com/fantastico/quadros/canal-f/noticia/2013/09/detonacoes-calor-escuridao-veja-rotina-de-operarios-em-obra-do-metro.html

Fonte: Programa Fantástico da Rede Globo, 17/09/2013

3 comentários em “Detonações, calor, escuridão: a rotina de operários do metrô”

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