PPP e concessão se tornam tendência no setor metroferroviário urbano

As parcerias entre o governo e a iniciativa privada são importantes para o desenvolvimento de projetos de infraestrutura do Brasil e não seria diferente com o setor de transporte de passageiros sobre trilhos, onde o investidor privado é um aliado para o rápido desenvolvimento de projetos. O concessionário, por ter liberdade de negociação, consegue desenvolver e ampliar sua cadeia de fornecedores, dando mais velocidade às obras de implantação de sistemas.

Atualmente, o País está implantando 11 projetos de novas linhas para o transporte de passageiros sobre trilhos, todos já contratados e/ou em execução. Dentre eles, 6 estão sendo concebidos no regime de Parceria Público-Privada (PPP), representando 55% dos novos empreendimentos.

Dentre os 11 projetos, há 5 que são sistemas totalmente novos para as cidades. Se considerarmos que, dentre eles, 3 estão sendo desenvolvidos no modelo de PPP e que os governos Estaduais já sinalizaram a possibilidade de conceder para a inciativa privada a operação dos outros 2, podemos concluir que há uma forte tendência de que novos projetos de mobilidade urbana sobre trilhos sejam realizados nessa modalidade de investimento.

Os dados sobre a tendência de PPPs e concessões fazem parte do Balanço do Setor Metroferroviário de Passageiros 2015/2016, divulgado pela Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos).

Embora os números mostrem essa tendência para novos projetos, a ANPTrilhos não defende a concessão de todos os sistemas, mas o investimento para o avanço das redes de transporte sobre trilhos, seja ele governamental ou privado. “O importante é que os projetos não fiquem parados e sejam administrados de forma eficiente para garantir a conclusão das obras, o início da operação comercial e a mobilidade do cidadão”, explica Roberta Marchesi, superintendente da ANPTrilhos.

O documento completo do Balanço do Setor Metroferroviário de Passageiros 2015/2016 está disponível no site da ANPTrilhos –www.anptrilhos.org.br

Fonte: ANPTrilhos, 17/06/2016

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