Sergio Hajjar, um dos diretores da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (ACIA), explicou que existia muita expectativa para o fim das construções da Norte-Sul. “Já tinha sido feito um mapeamento há alguns anos, indicando a possibilidade de transportar cargas de valor agregado mais alto, mais valiosos. Isso vai beneficiar não só Anápolis, mas Goiás como um todo”.
Além disso, o diretor da ACIA destacou que já existem estudos de mercado sendo feitos para que o município possa receber contêineres refrigerados, possibilitando levar produtos frigoríficos – como carne bovina e de aves.
Sergio Hajjar apontou também que a inclusão do modal ferroviário será benéfico para as operações logísticas de longas distâncias – acima de 400 km.
Foto: Pedro Ladeira/Folhapress
Isso porque o transporte por caminhões gera mais custos com manutenção e até mesmo perda de qualidade dos produtos a serem entregues.
“Já tinha sido feito um mapeamento há alguns anos, indicando a possibilidade de transportar cargas de valor agregado mais alto, mais valiosos. Isso vai beneficiar não só Anápolis, mas Goiás como um todo”.
Além disso, o diretor da ACIA destacou que já existem estudos de mercado sendo feitos para que o município possa receber contêineres refrigerados, possibilitando levar produtos frigoríficos – como carne bovina e de aves.
Sergio Hajjar apontou também que a inclusão do modal ferroviário será benéfico para as operações logísticas de longas distâncias – acima de 400 km.
Isso porque o transporte por caminhões gera mais custos com manutenção e até mesmo perda de qualidade dos produtos a serem entregues.
“Com a inclusão do modal ferroviário, é até benéfico para a classe [de caminhoneiros]. O frete longo não é rentável para ninguém. Mantendo o modal rodoviário para curtas distâncias, o custo acaba sendo menor”, detalhou.
Fonte: portal6.com.br, 26/05/2023