Por ter trabalhado na Procuradoria Geral do DNER, entre outros assuntos, atuei nas desapropriações dos acessos à Ponte Rio-Niterói, e fui levado a atuar, em férias, nas desapropriações da Ferrovia do Aço. Imaginava-me um rodoviário até que, na ocasião, fui transferido para a ENGEFER e daí para CBTU e RFFSA. Mas descobri que já tinha uma ascendência ferroviária e que, para desvelá-la, relato resumidamente o contexto em que isso se deu.
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ASCENDÊNCIA FERROVIÁRIA. MARCELO PIRES