INSS anuncia antecipação no pagamento para aposentados e pensionistas

Benefício do INSS

Foto: Reprodução/ Aloísio Maurício/ Fotoarena

Diário do Comércio – O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) anunciou a antecipação do pagamento do 13º salário para aposentados e pensionistas em 2026. A medida, oficializada por decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marca o sexto ano consecutivo em que o benefício é pago antes do calendário tradicional.

A primeira parcela começa a ser depositada a partir de 24 de abril e segue até 8 de maio. Já a segunda parcela será paga entre os dias 25 de maio e 8 de junho, podendo incluir descontos como o Imposto de Renda, quando aplicável.

As datas de pagamento variam conforme o número final do cartão de benefício, desconsiderando o dígito verificador. Para quem recebe até um salário mínimo, os depósitos iniciam em 24 de abril (final 1) e vão até 8 de maio (final 0).

Já os segurados que recebem acima do piso nacional terão os valores creditados entre 2 e 8 de maio, também conforme o número final do benefício.

Quem tem direito ao pagamento antecipado

A antecipação do 13º contempla beneficiários que, ao longo de 2026, receberam aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença (incapacidade temporária), auxílio-acidente, salário-maternidade ou auxílio-reclusão.

Por outro lado, não têm direito ao 13º salário os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia.

Impacto bilionário na economia

Segundo o governo federal, a medida deve injetar cerca de R$ 78,2 bilhões na economia brasileira. Desse total, aproximadamente R$ 39 bilhões serão pagos na primeira parcela e valor semelhante na segunda etapa.

Atualmente, cerca de 35,2 milhões de benefícios são pagos pelo INSS. A maior parte, cerca de 66%, corresponde a segurados que recebem até um salário mínimo, enquanto uma parcela menor ultrapassa esse valor, incluindo benefícios que chegam ao teto da Previdência.

A antecipação do 13º é vista como uma forma de reforçar a renda dos beneficiários e movimentar a economia já no primeiro semestre do ano.

Fonte: Diário do Comércio, 08/04/2026

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